...dei-me conta que já estamos quase no fim de Janeiro e tenho passado muito pouco tempo por aqui. Nunca fui muito boa a manter diários, não que não tenha coisas para contar, pois há sempre isto e aquilo que acontece no dia-a-dia...mas os dias passam e as ideias também.
Descobri este mundo dos blogs em 2007 e visito alguns com alguma frequência quer pelo o que lá se escreve quer pelos trabalhos lindos que eu gosto de ver. E por este cyber mundo tenho visto coisas lindissimas, aprendendo alguma coisa.
Adorei a ideia genial da Alice e na verdade o Natal é sempre quando queremos, porque não?
Já nada a ver com o mundo dos blogs mas tudo a ver com o que eu gosto... adorava estar em Lisboa para ir ao concerto dele. Mas porquê que o senhor não quer dar um pulinho ao norte?
Moi??? Moi j'aime aussi Paris au mois de Mai!
Para a Inês

Este foi o último trabalho de 2007*.
O outro está quase pronto...e já demorou mais do que o planeado, mas mais vale tarde do que nunca! :)
* o ano em que aprendi a crochetar :)
56 anos

Juntos...
Celebramos o 56º aniversário de casamento dos avós :)
Toda a gente diz, ah isso já não existe...claro que existe! Não serão muitos a chegar a esta data, mas ainda existe! Com muito amor, amizade, companheirismo, paciencia e alguns outros ingredientes lá conseguiram viver uma vida juntos e transmitir-nos o valor de família!
Celebramos mais um ano que estão juntos, este ano o 56º....
Num ano em que duas grandes amigas se divorciam...
Uma história não tão antiga
História Antiga
Era uma vez, lá na judeia, um rei.
Feio bicho, de resto:
Uma cara de burro sem cabresto
E duas grandes tranças.
A gente olhava, reparava e via
Que naquela figura não havia
Olhos de quem gosta de crianças.
E, na verdade, assim acontecia.
Porque um dia,
O malvado,
Só por ter poder de quem é rei
Por não ter coração,
Sem mais nem menos,
Mandou matar quantos eram pequenos
Nas cidades e aldeias da nação.
Mas, por acaso ou milagre, aconteceu
Que, num burrinho pela areia fora,
Fugiu
Daquelas mãos de sangue um pequenito
Que o vivo sol da vida acarinhou;
E bastou
Esse palmo de sonho
Para encher este mundo de alegria;
Para crescer, ser Deus
E meter no inferno o tal das tranças,
Só porque ele não gostava de crianças.
(Miguel Torga)
Era uma vez, lá na judeia, um rei.
Feio bicho, de resto:
Uma cara de burro sem cabresto
E duas grandes tranças.
A gente olhava, reparava e via
Que naquela figura não havia
Olhos de quem gosta de crianças.
E, na verdade, assim acontecia.
Porque um dia,
O malvado,
Só por ter poder de quem é rei
Por não ter coração,
Sem mais nem menos,
Mandou matar quantos eram pequenos
Nas cidades e aldeias da nação.
Mas, por acaso ou milagre, aconteceu
Que, num burrinho pela areia fora,
Fugiu
Daquelas mãos de sangue um pequenito
Que o vivo sol da vida acarinhou;
E bastou
Esse palmo de sonho
Para encher este mundo de alegria;
Para crescer, ser Deus
E meter no inferno o tal das tranças,
Só porque ele não gostava de crianças.
(Miguel Torga)
Subscrever:
Mensagens (Atom)
