{pessoal} o melhor do natal

O melhor do meu Natal? A minha familia. 
A melhor prenda que podíamos dar aos nossos filhos? Tempo. Dedicar todo o nosso tempo nestes dias a eles, a fazermos coisas para eles e com eles. Passeamos muito pela nossa cidade linda. Foram ao cinema. Deram grandes passeios de bicicleta, aliás têm andado na mala do carro desde que começaram as férias. Dedicar-lhes tempo de qualidade. Que melhor prenda poderia uma criança desejar do que passar tempo de qualidade com os seus pais? 
Este ano, e graças à Filipa da Lance Colective dediquei um pouco do meu tempo a escrever alguns postais de natal que fiz com esta mesma fotografia. Tão bom voltar a escrever aos amigos. 
Desejo-vos um Feliz e Santo Natal na companhia da vossa familia e dos que vos são queridos.

{pessoal} índios mais que queridos





Descansem que não vou falar o quanto eu gosto dos finais de tarde, o quanto gosto do por do sol, o quanto me acalma este momento do dia.
Eles já estão de férias de Natal, e apesar de eu não estar de férias hoje no final da tarde ( que não é assim tão final como isso se tivermos em atenção às horas) fomos com eles até à beira rio para eles poderem andar um pouco de bicicleta. Eles adoram andar de bicicleta. 
Não tinham passado nem dois minutos de terem começado a andar vieram ter connosco todos contentes por terem passado por cima de umas poças de água. Fiquei maluca a olhar para eles incrédula do cenário à minha frente. Estavam já todos molhados e salpicados de lama. Ainda não tinham começado o passeio e a minha vontade foi mete-los no carro outra vez para irmos para a banheira. Ficamos uns segundos a olhar para eles. A pensar, vamos...não vamos. 
A cara deles convenceu-nos a ficar. E apesar de todos "borrados" e molhados ( em baixo nas pernas) abstraímo-nos desse pequeno pormenor e lá continuamos o nosso  passeio até o sol desaparecer no horizonte.
Que belo final de tarde com os meus índios queridos.

{fotografia} encontrar inspiração na natureza






Na fotografia o que mais gosto é de fazer retratos, retratos sobretudo dos meus índios que não param quietos por uns minutos. Quem os conhece sabe que não estou nem a mentir nem a inventar muito. É um desafio bem interessante conseguir umas fotos de jeito dos meus rapazes preferidos. Mas nem sempre eles estão na disposição de me aturar e de ficarem à espera que eu me decida na abertura e na velocidade e por isso há dias em que fico sem retratos nenhuns deles.
É nestas alturas, que me viro para o que está ao meu redor. Estas fotografias foram tiradas, no passado fim de semana algures na Serra da Estrela. Apesar do Outono estar a acabar e do Inverno começar a dar ares da sua graça, os verdes na serra continuam a embelezar a paisagem. Desde as oliveiras aos azevinhos, estes verdes inspiraram-me.
Espero que vos inspire a vocês também!
Bom fim de semana.

{pessoal} parar para inspirar, expirar...respirar






Não quero parecer repetitiva, mas o entardecer é o meu momento. Aquele que me faz parar. Olhar. Apreciar. Agradecer. Respirar. Orar. Este momento acalma-me. São apenas segundos até o sol desaparecer completamente no horizonte, mas são os bastantes para mim. A natureza é linda e perfeita. Por questões geográficas, estou habituada ao por do sol na praia e para mim até agora o meu preferido, neste fim de semana fiquei rendida ao entardecer na montanha. Diferente mas mais pacificador. Mais silencioso. E como eu gosto e preciso desse silêncio. Nem que seja por breves segundos. E, enquanto eles me esperavam dentro do carro, eu com quase temperatura negativa apreciava o meu momento. (nestas duas últimas fotos na descida da torre, na serra da estrela).

créditos das imagens: era uma vez

{pessoal} o melhor do outono








O melhor do outono? Para mim são as cores. Adoro os tons dourados, castanhos e vermelhos com os quais se vestem as árvores. A luz suave de outono também está nos meus favoritos nesta estação. Nestes últimos dias, têm apreciado a cor do céu ao pôr do sol? 
Atravesso a ponte da Arrábida todos os dias e quantas vezes  não penso como seria maravilhoso poder parar o carro só por uns segundos e poder fotografar as cores do final da tarde em direcção ao mar. Apanhar todo aquele conjunto da foz, da Afurada e da sua marina...que cenário mágico! Que sorte tenho em poder todos os dias ver um espectáculo assim.
Para os meus índios, o melhor do outono? Conseguem adivinhar? :)

{pessoal} a (nossa) vida portuguesa


Levamos os miúdos pela primeira vez à loja mais bonita dos Clérigos, ou uma das mais bonitas. Eles passaram-se! E eu passo-me sempre que lá entro e fico com vontade de trazer quase tudo o que por ali encontro. Eles perderam-se na mesa dos brinquedos antigos, muitos iguais aos que o pai e eu um dia tivemos. Lembrar brincadeiras antigas e recordar com muitas saudades bons tempos que vivemos. E tão bom ver que os mesmos brinquedos antigos despertam ainda a curiosidade dos miúdos deste tempo que parece que não sabem brincar.

{instagram} novembro

Novembro. Nem acredito que chegou ao fim. Andei mais desaparecida por aqui mas o tempo não me chega para tudo e três índios pequenos têm consumido toda a minha energia e paciência. Cada fase é uma fase mas esta está a custar a passar! Até para o ano Novembro!

{receita } bolachas de cerveja

Estas bolachinhas são tão viciantes, só se para de comer quando acabam.
A receita é muito simples e  o segredo está em estender a massa bem fininha, o mais fininho que se conseguir para se obter umas bolachinhas bem crocantes e menos massudas. 
Mistura-se bem uma mini (cerveja, eu usei branca) com 200 gramas de manteiga sem sal ( eu derreti um pouco no micro ondas). A 500 gramas de farinha juntamos uma pitada de sal. Mistura-se os líquidos com a farinha. Envolve-se bem até se obter uma bola. Depois é só estender e fazer as bolachinhas à vontade do freguês. Antes de ir ao forno polvilhar com açúcar branco. Eu fiz as bolachinhas em tiras fininhas e acho que ficaram lindas.

{pessoal} a alegria de ter irmãos

Haverá coisa melhor do que a protecção dos irmãos mais velhos?
É tão bom vê-los  brincar juntos, num mundo só deles sem os adultos a interferirem. Inventarem as suas histórias com toda a imaginação que é típico destas idades. Serem cúmplices em todas as suas asneiras e encobrirem-se uns aos outros. Magoarem-se para logo de seguida estarem a pedir desculpas. 
Que sejam sempre unidos, cheios de segredos e cumplicidades.

{instagram} outubro


Foi tão bom o mês de outubro. Matei saudades da linda cidade do meu coração. O São pedro finalmente deu tréguas e pudemos aproveitar mais os espaços ao ar livre. Estivemos com amigos. Conheci lojas bonitas. Experimentei receitas deliciosas. As ideias continuam a borbulhar aqui dentro e em breve ( não tão breve como desejava) eu e uma querida amiga sentamos-nos felizes da vida todas contentes com tudo aquilo que conseguimos realizar!
Até já Outubro!

{turismo} um segredo bem guardado na cidade do meu coração







Em principio os segredos não devem ser partilhados, ou quem guarda um segredo deve guarda-lo muito bem guardado. Neste caso eu decidi partilhar só com quem merece, ou seja, com todos aqueles que passam por aqui para me fazer uma visita.
Todas estas fotografias foram tiradas nas muralhas fernandinas, sim aquelas que são bem visíveis quando se atravessa a belíssima ponte D. Luis I.
O acesso às muralhas é feito pelo pátio interior que dá também acesso à Igreja de Santa Clara. Deve-se entrar numa porta ao lado esquerdo da igreja, que também é o acesso ao instituto Ricardo Jorge. Este acesso está aberto apenas aos dias da semana, das nove às cinco da tarde enquanto o segurança do instituto faz o seu turno. Depois disso, temos de ter atenção para não ficarmos lá fechados.
Não aconselho a visita às muralhas com crianças pequenas, uma vez que não há protecções de segurança.
A vista lá de cima é de cortar a respiração e para quem é ou está na cidade , é um miradouro tranquilo que respira história.

{pessoal} nós e a cidade




Tenho uma série de fotografias no instagram com a hashtag #cidadedomeucoraçao e que mostra os sítios lindos do Porto pelos quais vou passando, passeando e descobrindo. 
Um desses sítios é o Palácio de Cristal. Bem no centro da cidade, é o nosso sitio preferido para gastar as energias, saltar, pular, correr até mais não.
A cidade do meu coração, como eu lhe gosto de chamar, está mais bonita do que nunca. E fica ainda mais bonita com vida, com a vida que as pessoas lhe dão. Neste fim de semana estivemos uma vez mais na baixa, desta vez com amigos queridos vindos do sul, a passear e a descobrir novos lugares. 
A cidade mudou tanto, as pessoas mudaram e é bom sentir e viver a cidade agora com os meus rapazes. Ver crescer neles também o amor por esta cidade linda que só quem a ama nos consegue entender.

{receitas} queques de pêra e crumble de frutos secos

Esta receita foi inspirada no livro  "Comida Caseira" do Gordon Ramsay. Tenho o livro há já algum tempo. Decidi comprá-lo depois de ver alguns episódios do programa de televisão com o mesmo nome, e apesar de não gostar muito do feitio bruto do senhor o certo é que neste programa o registo é completamente diferente e as receitas são muito fáceis e caseiras. Na semana passada, também nas compras dei por mim na parte da livraria a namorar o novo livro da Mafalda Pinto Leite com as belissimas ilustrações da Rita do CatitaIlustrations. O meu impulso foi trazer o livro comigo. Mas depois, aquela vozinha dentro de mim perguntou-me: quantas receitas já fizeste do último livro que compraste aqui mesmo? E a muito custo pousei o livro e dei meia volta. 
A questão é esta, gastar dinheiro numa altura em que não devo gastar sem tirar o máximo proveito dos livros.
Assim aparece esta receita. É a primeira receita do meu último livro e é deliciosa para estes dias cinzentos de outono. 
O livro da Mafalda passa para a minha lista de desejos e quem sabe se alguém se lembra disto quando for altura de comprar as prendas de Natal? 


Queques de pêra com crumble de frutos secos ( na receita original muesli crocante)

300gr de farinha com fermento
1c de chá de fermento
1c de chá de canela em pó
1 pitada de sal marinho
125gr de açucar mascavado (usei açucar amarelo)
250 ml de leite gordo ( usei leite meio gordo)
2 ovos batidos
100 gr de manteiga derretida
2 pêras maduras pequenas ( usei pêra rocha) descascada e partidas aos cubos
100 gr de muesli ou granola ( usei frutos secos partidos)

A receita é muito simples. Basicamente temos de misturar os líquidos primeiro muito bem. Peneirar a farinha, o fermento, o sal , a canela e o açúcar e depois juntar aos líquidos mexendo pouco. Apenas o suficiente para misturar bem. E aqui é que está o segredo de uns queques fofos.
Bom proveito!

{instagram} setembro

Não sei bem como foi acontecer mas tinha-me esquecido de colocar aqui o meu resumo do mês de setembro lá pelo instagram!
Quando assim for vocês avisem-me. É que eu não sei se vocês sabem mas sou muito (super) cabeça no ar.
O mês de setembro foi muito bom e terminou da melhor maneira com a minha mini fugida a Lisboa. 
Até já!

{fotografia} guardar o que é bom de guardar





A fotografia para mim é muito mais do que a simples técnica de criação de imagens  por meio de exposição luminosa. Para mim fotografia é guardar memórias, guardar momentos únicos, guardar as diferentes fases de crescimentos dos meus filhos, guardar aquilo que é bom de guardar. 
É tão bom sentar e olhar os álbuns antigos de fotografias, quer seja de viagens, dos meus índios, é sentar e reviver todos aqueles momentos únicos!
Ainda não exclui a hipótese de fazer um curso de fotografia a serio, aprofundar conhecimentos e técnicas. 
Mas enquanto não posso, vou praticando muito e fazendo as pazes com a minha máquina e esta nova lente muito sensível e temperamental :)

{pessoal} três anos e qualquer coisa depois


Três anos e qualquer coisa, separam uma fotografia da outra. Ontem quando os estava a fotografar na praia lembrei-me do momento em que com a Rita fizemos a sessão da minha terceira gravidez. No lugar dos carapins tenho agora uns pezinhos bem gordinhos do meu bebé que de bebé começa a ter muito pouco. Eles mudam, os pés crescem e como crescem...se vos disser que o indio mais velho que conta agora com oito anos e meio já calça o 37 custa-vos a acreditar, não? Pois a mim também mas é o número dele em sapatilhas. 
Mas há coisas que não mudam e uma delas é o nosso prazer e adoração pela praia e pelo mar . 

nota: os créditos da primeira fotografia vão para a minha querida amiga Rita do CV LOVE